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    Consoante ao físico Albert Einstein,“A distinção entre passado presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”. Visto que,a relação de descontrole entre a dependência química e ser humano é derivada antes mesmo da guerra do ópio. Portanto é possível destacar os principais motivos que corroboram para acentuação da internação involuntária de adictos: A negligência governamental e a marginalização em conjunto com o preconceito que permeia essa problemática. Convém ressaltar, que o problema advém em muito da displicência do estado sobre a internação dessas pessoas. De maneira análoga a Nicolau Maquiavel no livro “O príncipe”, o estado deve incumbir-se de garantir a comodidade e o bem-estar de todos, incluindo dependentes que não conseguem ajuda de maneira autonomia, todavia observa-se que infelizmente essa concepção não se aplica ao Brasil, à medida que vê-se um exponencial crescimento em centro como a cracolandia. Dessa forma, percebe-se um lastimável aumento no consumo desenfreado de drogas, que acarretam na forte dependência química. Cabe mencionar em segundo plano, que a visão e a abordagem da sociedade em relação ao tratamento involuntário, é fator agravante para esse impasse. Conforme dados da Unifesp, 28 milhões de brasileiros tem algum familiar nas condições de dependência química. Observa-se assim, que lamentavelmente a cultura humana leva a um pensamento de omissão e rejeição, subjugando tais casos e não abordando-os como um doença ou problema de saúde pública. Em suma, a internação involuntária é um complexo desafio que necessita ser combatido. Destarte, urge ao governo, por meio do aumento prioritário de investimentos em saúde, implementar programas de reabilitação rotativos e temporários auxiliando na recapacitação, visando da oportunidades e amparo ao máximo de pessoas. Em paralelo, as instituições de ensino -responsáveis por desenvolver os pensamentos e conceitos da população- devem através da oferta de debates, palestras e distribuição de materiais didáticos sobre esse tema, prover diálogos que estimulem o posicionamento crítico dos jovens a serem inseridos na sociedade e os adultos já pertencentes à ela, objetivando incentivar a população a não inserção e a debater o assunto como um problema social.