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    Mobilidade urbana é caracterizada como uma condição desenvolvida com o objetivo de promover, de maneira efetiva, a locomoção das pessoas em diferentes regiões de uma cidade. Porém, com o processo de urbanização tardio e acelerado que acentuou- se a partir da década de 1940,no Brasil, criou se cidades superlotadas e com graves problemas de locomoção dos seus habitantes. Contudo, é necessário debater as consequências que isso trouxe para o dia a dia das pessoas.
       Em primeiro lugar, é importante observar como, no Brasil, o espaço urbano se desenvolveu de maneira desigual, visto que, a elite está estabelecida em regiões centrais, na qual, estão situados os grandes polos de emprego , e as classes menos favorecidas estão localizadas nas áreas periféricas. Essa segregação espacial- separação do espaço urbano segundo nível de renda- , faz com que os trabalhadores enfrentem horas de trânsito diários em transportes públicos precários.
          Exemplificando, a falta de planejamento das grandes cidades criou um desconforte no modo de vida da população de maneira geral que atinge todos os dias uma grande massa de trabalhadores. Pois, faltam transportes públicos eficientes, organização das rodovias e democratização do acesso às cidades. Contudo, é importante se pensar em alternativas que busquem melhorar a vida desses indivíduos.
           Portanto, a mobilidade urbana é um problema que se desenvolveu junto ao crescimento da urbanização e precisa, urgente, ser solucionado. Será necessário as políticas públicas investirem em meios de transportes alternativos como trens, metrôs e ciclovias seguras, como também buscar tornar os ônibus mais confortáveis e seguros para população e assim buscar a diminuição do uso de carros dentro das grandes cidades e melhorar a locomoção dos habitantes.