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    O êxodo rural, ocorrido na segunda metade  do século XX, foi o processo de urbanização das cidades através do fluxo migratório de pessoas do campo. Nesse contexto, hodiernamente, a população urbana continua aumentando, acarretando caos na mobilidade. Dessa forma, é necessário adoção de políticas públicas que mitiguem a problemática, como, um maior planejamento e melhorias na dinâmica de transportes.
              Em primeiro plano, é evidente a ausência de uma infraestrutura que comporte a numerosa demanda populacional, em virtude disso, as cidades desenvolvem macrocefalia urbana e os indivíduos são obrigados a ocuparem as áreas periféricas em busca de moradia. Ademais, por consequência, os índices de qualidade de vida são rebaixados.
          Outrossim, é notório o descumprimento do direito de ir e vir, assegurado pela Constituição de 88, mediante à ineficiência do fluxo de pessoas diariamente. Além disso, há uma superlotação nos meios de locomoção públicos, que são também inseguros e caros para uma grande parcela da população, prejudicando o acesso para todos. Paralelo à isso, ocorre o estímulo para a compra do transporte individual.
               Em síntese, é imprescindível o investimento e organização da estrutura dos centros urbanos. Para tanto, o Ministério das Cidades, por meio do DENATRAN - Orgão responsável por gerencias as leis de trânsito - invista no planejamento urbano, de modo a cobrar da população e do poder municipal, ações que integre meios alternativos de locomoção, como a construção de ciclovias, melhoria do transporte coletivo e caronas solidárias, a fim de promover o bem estar social.