A mobilidade urbana no Brasil

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    Em meados do século XX,Washington Luís dizia que´´Governar é construir estradas´´,parafraseando o que foi exposto está ação trouxe consigo várias conquistas como a introdução de filiais e a inauguração da rodovia Rio-Petropólis.Contudo,diferentemente de tal contexto, a realidade do nosso país atualmente se distancia das feições passadas.Como,exemplo, a falta de investimento do governo no transporte público e mobilidade urbana é notória.Destarte,é fundamental analisar as razões que fazem dessa problemática presente no mundo contemporâneo.
      Em primeiro lugar,vale ressaltar a escassez do aperfeiçoamento no transporte público e nas ciclovias.De acordo, aos dados do G1 das 26 capitais do Brasil ,juntas elas  possuem 1% da malha viária das cidades.Haja vista que,muitos indivíduos utilizam outo tipo de transporte alternativo e na maioria das vezes se estressam pelo fato da dificuldade de locomoção nas rodovias,como exemplo temos a cidade de São Paulo ocorrendo trivialmente o problema do engarrafamento,além disso outro impasse a se destacar  é a questão do conforto do transporte público.
       Ademais,cabe abordar o estímulo a compra de automóveis.Uma iniciativa,que começou na França no ano de 1977,teve como principal função mobilizar sobre a questão mobilidade urbana e ter como ação de muitos indivíduos aderirem ao dia mundial sem carro (DMSC).Nessa perspectiva, o Brasil deveria adotar esta mesma medida.Pois, conforme os dados Observatórios das Metrópoles o número de veículos está sendo 10 vezes maior ao aumento da população.Conclui-se,então, que isto é consequência principalmente do desenfreado consumismo.
      Em suma, medidas eficientes e imediatas devem ser realizadas para a quebra deste quadro retrógrado.Nesse contexto,cabe ao Governo investir nas estradas,assim como na época de Washington Luís,além disso,aperfeiçoar o transporte público e construir novas ciclovias, afim de que este impasse reduza.A mídia e as escolas exclusivas deve nortear informações em cartazes e novelas,abordando também nas aulas sociólogos e filósofos como Karl Max e Augusto Conte,que abordam os conflitos permanentes na sociedade.Portanto,infere-se,que para essa problemática se amenizar essas medidas devem ser realizadas,pois caso contrário irá se prender como a realidade das sombras da caverna de Platão.