A mobilidade urbana no Brasil

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    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 76% da população do país vive em áreas urbanas. Essa condição confere ao país inúmeros desafios, como a mobilidade urbana, afetada pela imensa frota de veículos particulares e falta de estrutura para meios alternativos. Isso faz com que os habitantes das cidades brasileiras lidem diariamente com os incômodos engarrafamentos.
     Segundo o site G1, há no Brasil uma média de 1 carro a cada 4 habitantes, algo bastante alarmante quando considerados a população e o uso demasiado no país. Isso ocorre porque, ao terem como alternativa um transporte público que leva pessoas além de sua capacidade, os cidadãos optam por comprar e utilizar veículos próprios para não se sujeitarem à superlotação. Com isso, o desconforto do transporte público é substituído pelo caótico trânsito, sendo percebido por 43% dos condutores diariamente, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
     Além disso, há outro fomentador da dificuldade de locomoção, a falta de meios alternativos. As bicicletas, que trazem vantagens econômicas e ecológicas, além de serem uma fuga ao mal trânsito, não são utilizadas pela falta de estrutura que favoreça o seu uso. O G1 constatou que ciclovias representam apenas 1% da malha viária nas capitais da nação. Conquanto, a população fica sujeita apenas a opções saturadas, o uso de veículos particulares e públicos.
     Logo, é necessário oferecer aos cidadãos alternativas viáveis de locomoção. Para isso, o Ministério do Trasporte deve realizar um aumento da frota dos veículos públicos nas áreas urbanas e a construção de ciclovias. Dessa forma, o transporte público será mais confortável pela redução do número de passageiros e as pessoas poderão fazer uso das bicicletas, diminuindo o número de veículos em circulação e consequentemente, o mal trânsito.