A mobilidade urbana no Brasil

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    No século XVIII, iniciou o período que conhecemos como revolução industrial, consigo surgiu o movimento migratório para os grandes centros urbanos, o êxodo rural. Atualmente, um dos grandes problemas metropolitanos é a falta de mobilidade urbana que sustente o aumento populacional. Deve-se, por falta de planejamento populacional dos governantes e falta de investimentos nos setores públicos.
      Em primeiro lugar, contamos com uma falta de planejamento urbano seja nas cidades ou em rodovias. Isso pode ser facilmente percebido, quando o grande crescimento populacional é inversamente proporcional com as disponibilidades estruturais metropolitanas. Por falta de um plano de mobilidade que resguarde que a população se locomova sem transtornos. Isso, provavelmente, é fruto da falta de investimentos em setores básicos, como trasporte. Segundo o Mobilize, menos de 10% dos municípios tem planos de mobilidade urbana.
      Hoje, um dos grandes estopins, da precariedade, da mobilidade urbana é a falta de investimentos em setores públicos. Percebe-se que, os centros urbanas contam com um deficit estrutural que supra com as necessidades populacionais. Isso, ocorre por conta de más condutas e péssima distribuição de investimentos para planos e criações de projetos que visem um melhor desenvolvimento urbano no país. Pode-se perceber isso, por exemplo, quando menos de 20% das rodovias do Brasil estão pavimentadas. 
      Portanto, é de extrema importância priorizar projetos e investimentos em mobilidade urbana. É importante a criação de uma lei que exija de todos os municípios, apresentar um plano vigente, de mobilidade urbana, a fim de que ocorra um melhor deslocamento em curto período de tempo. Por intermédio do Ministério do Meio Ambiente em parceria com prefeituras estaduais, podem contemplar com a criação do "Movimente", priorizando a implantação de bicicletas coletivas em diversos pontos, com o propósito de diminuir o fluxo de carros nos grandes centros.