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    A mobilidade urbana é a condição que permite o deslocamento das pessoas na cidade de forma fácil e rápida. Porém no Brasil, o transporte público é de péssima qualidade, tanto em oferecer conforto, como na questão da rapidez, mas comparando a redução da emissão de gases, usando o carro ou o transporte coletivo, o carro polui muito mais e ocupa muito mais espaço.
     Primeiramente, vale ressaltar que de início, o Governo é omisso aos problemas ambientais, visando apenas economicamente sem pensar em um futuro próximo, deverá arcar com a devastação ambiental. Segundo Pitágoras, “Os homens são miseráveis, porque não sabem ver nem entender os bens que estão ao seu alcance”. As empresas de transporte público, precisam rever melhor seus serviços, os ônibus não têm ar-condicionado, estão sempre lotados e os bilhetes muito caros.
      São muitas as causas pelas quais os impactos ambientais não são levados a sério. Primeiro, a sociedade associada a inúmeros problemas sociais, não tem a consciência do mau que causa ao meio ambiente, quando opta por ter um carro, para cada pessoa da família, isso gera uma poluição muito maior do que se todos usassem o transporte público. Em seguida, gerando muitos congestionamentos nas vias públicas, pois as cidades, não foram desenvolvidas para sustentar tantos carros em circulação.
      Diante do exposto, antes que seja tardio demais para reverter este quadro, é preciso intervir. Logo, cabe ao Governo, destinar recursos necessários para fiscalizar as empresas sobre o fornecimento dos serviços prestados e a qualidade, por um preço acessível. Essas medidas devem ser feitas por meio do Ministério do Meio Ambiente, tendo como resultado não apenas o bom funcionamento das leis, mas também que sejam respeitadas e cumpridas. Afinal, a população precisa pressionar o Estado para mostrar resultados sobre os impactos ambientais.