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    Durante o início do século 20, tornou-se mais comum o uso de automóveis, que substituíram grande parte dos cavalos e carroças, meio popular de locomoção do século 19. Este novo meio de transporte se apresentou mais apropriado para grandes cidades, onde era necessário um grande deslocamento dos trabalhadores, para irem de suas casas ao seu ambiente de trabalho. Porém, hoje em dia, a quantidade excessiva de carros se demonstra um problema para os cidadãos, dificultando a mobilidade urbana, causando poluição ao meio ambiente e estresse aos motoristas.
     O excesso de carros nas ruas é um grande causador de estresse e pressa nos motoristas, que podem desencadear em engarrafamentos e até acidentes de trânsito, que já se tornaram muito comuns no mundo atual. O uso de transportes públicos, como ônibus, diminuem muito as chances de acidentes e de superlotação das ruas, porém exalam quantias muito altas de monóxido de carbono, um dos principais poluentes causadores da destruição da camada de ozônio, assim como a poluição geral do meio ambiente.
     O uso de automóveis com energia alternativa ainda é novidade no Brasil, mas algumas cidades já possuem ônibus elétricos, que não poluem o meio ambiente e diminuem o número de carros nas ruas. Metrôs são opções mais comuns para locomoção coletiva com combustível limpo, entretanto, somente disponíveis em cidades grandes. O uso de bicicletas se tornou mais comum, mas ainda é arriscado, pela falta de ciclovias em grande parte das cidades brasileiras.
     Para melhorar a mobilidade urbana o poder público precisaria investir na construção de ciclovias, assim como incentivar através de subsídios a adquisição de transportes públicos menos poluentes, como os ônibus elétricos. Também é necessário que as pessoas usem os automóveis de forma consciente, planejando seu percurso e até mesmo dividindo em forma de carona.