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    Atualmente, o Brasil é um dos países com maior incidência de problemas na mobilidade urbana, os principais desafios são o tempo gasto no transito, número de acidentes e a má qualidade dos transportes públicos devido ao sucateamento e descaso das prefeituras municipais, que, de acordo com o inciso V do artigo número 30 da constituição federal, são os responsáveis primários para a manutenção, fiscalização e viabilidade dos transportes, embora sejam as empresas privadas com concessões que fornecem o serviço.
      Em virtude da falta de infraestrutura nos transportes coletivos, o transporte privado é por muitas vezes mais cobiçado, tendo por consequência mais emissão de poluição, mais perda de tempo no transito e o aumento exponencial no número de acidentes em decorrência do número de carros. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o número de acidentes de transito subiu de 19 a cada 100 mil habitantes, em 2009, para 23,4 para cada 100 mil em 2013.
      Com o crescimento das metrópoles é indubitável o inchaço das filas de trânsito, poluição sonora e emissão de gases. De acordo com o jornal G1, em São Paulo, os carros emitem vários poluentes, porém são  os principais responsáveis por cerca de 90% da poluição do ar com dióxido de carbono, que é altamente tóxico e provoca sufocação assim como graves implicações no efeito estufa.
      Torna-se evidente os problemas enfrentados em virtude dos transportes públicos de alto preço e baixíssima qualidade. É necessário a ampliação das leis vigentes de trânsito, em relação ao trafego, melhora da fiscalização do investimento municipal,  assim como conscientizar o indivíduo por meio da mídia televisiva e social sobre as consequências da emissão de poluentes para que seja reduzido o número de acidentes, poluentes assim como o tempo médio gasto no deslocamento. Acabar com o lobby e fiscalizar melhor as empresas privadas de transporte é uma medida que precisa ser tomada com extrema urgência.