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    Na segunda revolução industrial, o carro "ford T preto" era o mais cobiçado entre os consumidores, por ser novidade no mercado. No entanto, com o passar do tempo já não era mais raridade ter o carro, pois todos tinham. Atualmente, com o consumo de automóveis em grande escala, a mobilidade urbana no Brasil tem sido um grande desafio, devido ao congestionamento nas grandes cidades e a poluição que a mesma traz ao meio ambiente. 
            De acordo com o portal Toda Matéria, as cidades que mais sofrem com o congestionamento no trânsito são São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Além disso, o índice de acidente nos últimos anos teve um aumento significativo, levando a mutilações ou até mesmo à morte. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte, o Brasil possui 1.720.756 km de rodovias do total, apenas 211.468 km são pavimentadas, o que dificulta a ida e vinda dos caminhoneiros sem a pavimentação.
            Ademais, a poluição que a mobilidade urbana tem trazido à sociedade é alarmante, por meio de automóveis que liberam muito gás carbônico na atmosfera - o que faz mal a sociedade devido aos resíduos de combustíveis fósseis- e a poluição sonora, gerada pelo barulho dos motores dos carros. Esse ruído provoca estresse no corpo, irritabilidade e cansaço, sendo ponto negativo para as pessoas.
            Diante dos argumentos citados anteriormente, é necessário que o Governo Federal invista em veículos de trilhas como metrôs, e trens de superfície - que utilizam combustível alternativo- ciclovias, além da disponibilização de bicicletas nas ruas. Outrossim, a sociedade pode fazer movimentos sociais para trocar os carros "comuns" por carros elétricos que são movidos a energia renovável e não têm ruídos em seu motor. Dessa forma, o Brasil se tornará um país mais sustentável e melhor para a mobilidade urbana.