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    Com a implementação da política rodoviarista de Juscelino Kubitschek que se preocupou em construir apenas rodovias para a locomoção interna da quarta maior expansão territorial do mundo, prejudicou a mobilidade urbana, que no dicionario é descrita como capacidade de movimento. No qual se tornou um grave problema de saúde e também econômico para o país, para qual é necessário uma reorganização desse sistema.
        Assim como nos esportes onde é trabalhado a mobilidade funcional em prol da saúde física, da mesma forma, é indispensável uma boa mobilidade no transito para não comprometer a saúde da população. Segundo o cardiologista Carlos Alberto, o transito afeta emocionalmente o motorista, podendo causar sérios danos físicos e psicológicos. Alem do mais, de acordo com um trabalho da Universidade de São Paulo, a emissão de gases poluentes tem a mesma intensidade que um cigarro para destruir o pulmão. Decerto, é preciso uma maior diversidade de meios de transportes que promova saúde e qualidade de vida a população, por exemplo, bicicletas.
        Por outro lado, há uma grande lacuna a ser preenchida, a mobilidade é um direito constitucional, onde deveria ser ofertado a população vários meios de transportes, seja, rodoviário, ferroviário, aéreo ou fluvial, junto a uma boa estrutura física e econômica. Mas pela falta de investimento no setor de transporte coletivo, considerado ruim e ineficiente, e o crescimento da situação financeira dos brasileiros, a cada ano cresce mais a compra de carros, limitando-se a um inchaço nas rodovias.  
       Portanto, é necessário uma reestruturação nesse sistema. Se faz útil que o Ministério da Infraestrutura proponha medidas de aperfeiçoamento nas rodovias e estradas, para uma melhor locomoção e segurança. Alem disso, é importante que o Ministério da Educação junto as escolas proporcione aos alunos uma educação de transito a partir de trabalhos e acompanhamentos de profissionais, afim de uma maior compreensão sobre diversidades de transportes sem colocar em risco a saúde.