A mobilidade urbana no Brasil

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    Em seu mandato - década de 50 - o presidente Juscelino Kubistchek adotou uma política desenvolvimentista baseada na construção de várias rodovias com o intuito de estimular a economia. O que incentivou o crescimento desordenado da indústria automotiva, causando graves problemas na mobilidade urbana brasileira. Diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
      Primeiramente, é evidente que o transporte público é precário, sendo ele caro, inseguro, demorado e desconfortável, uma vez que o uso do transporte público está atrelado a uma parte mais baixa da sociedade. Já nos países desenvolvidos essa discriminação não existe, pois os veículos são eficientes e acessíveis à população. Certamente, é uma realidade oposta a do Brasil, o que contribui para que parte da sociedade utilize carros próprios. 
      Vale ressaltar, também, que a expansão no uso de automóveis, afetou a qualidade de vida nas cidades. Além do aumento da poluição, esse fator impactou no tempo gasto no trânsito e no número de acidentes. Segundo o levantamento Observatório Nacional de Segurança Viária, 400 mil pessoas são afetadas por acidentes de trânsito no Brasil. Dessa maneira, infere-se que o aumento no uso de automóveis prejudicou o bem-estar social, assim, agravando os problemas na mobilidade urbana do país. 
      Desse modo, é necessário que o Governo promova melhorias no sistema de transporte público do país, por meio do aperfeiçoamento em ônibus e principalmente, em metrôs - automóveis que não poluem e nem competem com os carros nas rodovias - com a finalidade de desincentivar a busca pelo transporte individual e facilitar a locomoção urbana no Brasil.