A mobilidade urbana no Brasil

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    É de conhecimento geral que em meados do século XX, o êxodo rural intensificou o processo de urbanização, dessa forma, houve um deslocamento em massa para cidades que não possuíam estrutura suficiente. Além da falta de infraestrutura, o intenso fluxo de veículos degrada cada vez mais o meio ambiente, situação que necessita ser amenizada.
      É evidente que o povoamento das cidades trouxe diversos benefícios, como, por exemplo, mais oportunidades de trabalho, no entanto, o fluxo foi intenso e as cidades, em especial as grandes capitais, São Paulo, Rio de janeiro, entre outras, não possuíam uma estrutura suficiente para suportar de forma organizada esse fluxo de pessoas, já que até nos dias atuais sofre com as consequências, visto que na atualidade não é tão simples resolver o problema da infraestrutura que é um dos principais motivos do trânsito caótico.
       Segundo o cofundador do Greenpeace, Paul Watson, a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente, no entanto, segundo o Denatran (Departamento nacional de trânsito) a cada quatro habitantes, um possui automóvel, que é um dos principais responsáveis pela degradação do ambiente por conta dos combustíveis fósseis, uma vez que o intenso fluxo de automóveis libera uma grande quantidade de poluentes e além disso provoca o fenômeno das Ilhas de calor.
        Em síntese, é necessário que o governo municipal, numa parceria público-privada, estimule a criação de ciclovias, melhora do transporte público e meios alternativos, como metrô, bondes e teleféricos. Dessa forma, diminuirá o fluxo de automóveis individuais, consequentemente a liberação de poluentes e com as diversas opções de deslocamento não haverá uma concentração que atrapalhe de forma tão intensa o deslocamento dos indivíduos. Estes são os primeiros passos para amenizar os problemas da mobilidade urbana.