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    Todos os dias milhões de brasileiros são afligidos com congestionamento no transporte, seja ele, publico ou privado. Em vários como Rio de Janeiro, Curitiba, Paraná, São Paulo, sofrem com mais de quatro horas de congestionamento diariamente nos períodos da manhã, tarde e a noite. Onde milhos no país são alvos passivos da mobilidade urbana, merecendo a atenção do Governo e seus ministérios para intervenção de melhorias.
      Primeiramente, vale saliente que a mobilidade urbana nada mais é que a mobilização, mudança das pessoas seja a passeio, trabalho, obrigações diárias dentro das cidades. Segundo a ciência que estuda o comportamento humano: antropologia, a mobilidade urbana deve ser estuda de forma não estrutural que significa que " não basta observar como a sociedade funciona, devem-se entender as razões de seu funcionamento". Á exemplos de São Paulo onde hoje vivem mais de 14 milhões de pessoa, atualmente no estado existe rodízio veicular pois existe uma quantidade de frota maior que a suportável, assim sendo, os que não podem usufruir do privado devem usar os públicos onde a situação é de lentidão, precariedade, superlotação e insegurança é ainda maior. No qual é verídico a falta de vagões de trem, ônibus (Segundo associação de transporte de São Paulo), demonstrando a falta de planejamento da locomoção urbana. Ratificando assim que ações de entidades pública é necessário, seja no setor público ou privado almejando uma melhoria.
     Tal mudanças pode significar uma melhoria no somente na esfera social, mas também ambientais, a diminuições de veículos demonstram uma melhor qualidade de ar com menos emissões de gases poluentes. E despertar o interesse da população, por meio que locomoção alternativo como bicicleta, monociclo e patinete elétricos que alugados, com pontos de aluguel e devolução. Mudar os pensamentos dos brasileiros que mesmo dentro de um transporte público, ainda pensa no congestionamento do lado de fora do vidro, em outros palavras vive uma parte da vida sem mobilidade em constate lentidão urbana. 
     Portanto é notório ação do governo, juntamente com os ministérios: do transporte, planejamento e da segurança, oferecendo acesso a população a melhores condições de estrutura, assim como incentivar um consciência ambiental, com o uso de transporte menos poluente que são tão uteis quando os veiculares. Aumentar o numero de vagões de trens e metros para que não aja super lotação. E ônibus com mais frotas e assentos, que utilizem energia renovável em sua circulação. Por conclusão, oferecer melhor adequação nos valores dos transporte para que seja mais atrativos, e que o transporte oferecido possa ser a primeira opção ao sair de casa, e não a ultima, flexionando a mobilidade diária da pessoas.