A mobilidade urbana no Brasil

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    É muito comum, nos jornais de grandes metrópoles brasileiras, notícias sobre a péssima qualidade dos transportes públicos e o congestionamento. Nota-se então que a mobilidade urbana está fragilizada e não cumpre seu papel, tendo a carência de planejamento e diversificação de transportes como aspectos que influem nessa problemática.
       Assim, no governo de Juscelino houve um grande incentivo ao uso de automóveis, com a instalação de indústrias e a construção de rodovias. Porém, houve escasso investimento em outras modalidades, o que causou dependência de carros e caminhões, quadro notório até os dias atuais. Prova-se isso pela paralisação dos  caminhoneiros em 2018: houve falta de abastecimento de postos de gasolina e muitas cidades pararam suas atividades. Além disso, esses transportes causam trânsito, pois por serem individuais, ocupam muito espaço para deslocar poucas pessoas.
       Outrossim, com todo esse desenvolvimento industrial, ocorreu o êxodo rural, e as cidades cresceram desordenadamente e sem planejamento. Dessa forma, a distribuição de locomoção pública nas cidades é desigual, sendo que alguns municípios carecem desse serviço em alguns locais. Ademais, ele não é bom, pois além de não suprir a demanda das pessoas, polui o meio ambiente com gases tóxicos. Assim, a mobilidade urbana dificulta a vida dos cidadãos, enquanto poderia facilitá-la.
       Então, torna-se evidente a necessidade da adoção de medidas que solucionem esses impasses. Uma delas é o incentivo, pelas prefeituras e estados, do uso de transporte público, através de anúncios persuasivos em rádios e emissoras locais em horários de pico de audiência. Além disso, o órgão municipal deve aplicar corretamente os impostos na manutenção e melhoria dos serviços locomotivos. Por outro lado, a iniciativa individual também é importante. Logo, os cidadãos devem considerar o uso das ciclofaixas, pois além de diminuírem o tráfego, não poluem a cidade. Dessa maneira, com a adoção das medidas citadas, o deslocamento será mais fluído e eficiente, tornando a qualidade de vida das pessoas mais próspera.