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    A urbanização brasileira acelerou após a década de 50, e por isso os principais centros urbanos do país passaram a possuir problemas com a locomobilidade. Nesse sentido, a péssima estruturação dos transportes públicos e vias contribui para as atuais dificuldades de mobilidade urbana no Brasil. Sendo assim, cabe avaliar os fatores que favorecem para essa problemática e suas consequências.
          Mormente, o descaso estatal com esse quadro se faz presente na insuficiência de recursos à construção de vias especializadas para o transporte público, bem como aumento de novas ciclovias e melhorias das existentes, pois as pessoas usam seus carros particulares no dia a dia por falta dessa qualidade que os investimentos trariam. Nessa conjuntura, segundo o portal de notícias G1, a boa estrutura de ciclovias e de meios de locomoção pública contribui para o cidadão deixar o carro na garagem. Desse modo, é inaceitável essa falta de interesse do poder público.
    
          Por consequência, a poluição e o número de acidentes aumentam, qualidade de de vida diminui nas grandes cidades, bem como a população que mora na periferia dos grandes centros perdem parte do seu dia dentro do ônibus. Nesse contexto, segundo o Infosiga SP, São Paulo teve aumento de 53% nos números de mortes no trânsito dentro da cidade no incio desse ano. Dessa forma, é inadmissível que tantas pessoas morram e que a qualidade de vida do cidadão diminua, consideravelmente, nas grandes aglomerações urbanas.
    
          Verifica-se, portanto, que medidas são necessárias para a atenuação desse quadro. Logo, o Estado em parceria com governos estaduais e municipais deveriam investir mais na mobilidade urbana, por meio de aumento das vias especializadas para ônibus e ciclovias, com a mudança do plano diretor dessas cidades, a fim de melhorar o trânsito e,  consequentemente, qualidade de vida dos moradores. Nessa conjuntura, vale ressaltar a importância da participação do cidadão no planejamento do  orçamento ´público para que os recursos sejam bem destinado.