A mobilidade urbana no Brasil

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    A Revolução Industrial foi um conjunto de mudanças ocorridas a partir do séc. XVIII, com influências para todo o mundo, entre elas, a concentração de pessoas nos centros urbanos. A sociedade contemporânea está em sua maioria localizada nas cidades, e os meios de locomoção nos municípios brasileiro estão deficientes de recursos destinados a mobilidade, é necessário mudanças no transporte de pessoas, a fim de uma maior qualidade de vida.
                O transporte público é a solução para a mobilidade urbana, porém cada vez mais negligenciado pelo poder executivo brasileiro. Como exemplo é possível citar o metrô da capital mineira, Belo Horizonte, onde se tem mais de 30 anos sem ao menos 1km de novas linhas implantadas. Os investimentos nos meios de locomoção são altos, requerem muito planejamento e trabalho, que são superiores aos 4 anos dos prefeitos e governadores. O pensamento, muita das vezes, na reeleição não permitem a execução, pois não auxiliará na próxima campanha política.
          Outros fatores preponderante, é o pouco incentivo aos meios alternativos de transportes, como bicicletas e patinetes. Os grandes estabelecimentos públicos, como shopping e supermercado, em suas estruturas físicas oferecem inúmeras vagas para automóveis e simplesmente ignoram bicicletários. É preciso um olhar amplo para os meios de ir e vir.
           Por tal, evidencia-se a necessidade de um pensamento mais diversificado dentre as opções de locomoção. As prefeituras, responsáveis pelo transporte público municipal, precisam elaborar planos e metas para um maior investimento em novas linhas de metrô, buscando ampliar e diversificar as já existentes. É necessário também, o incentivo ao uso de bicicletas, disponibilizando ciclovias e bicicletários, e assim tentar solucionar este problema tão antigo dos centros urbanos brasileiros. Com isso, gastar menos tempo no trânsito, e portanto, gerar um maior bem estar social à população brasileira.