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    Definida como a facilidade de deslocamento das pessoas e bens na cidade, a mobilidade urbana Brasileira torna-se a cada dia um desafio social.Em verdade, a demora e a péssima qualidade no trajeto de um ponto a outro da cidade são algumas das inúmeras consequências que a pouca fluidez causa.Portanto, medidas de planejamento e aperfeiçoamento dos meios de locomoção devem ser regulamentadas.
       Também conhecido como Movimentos Pendulares, a locomoção diária por longos períodos de tempo reduz a qualidade de vida do transeunte na medida em que reduz seu tempo para a realização de atividades não laborais.Como revelou em 2018, uma reportagem da GLOBO NEWS cujos entrevistados chegavam a enfrentar  mais de seis horas diárias no destino casa-trabalho e vise-versa.
      De fato, na referida reportagem foi possível evidenciar a condição,selvagem, na qual passageiros disputavam espaço em um metrô. Com efeito, um estudo minucioso realizado por especialistas em conjunto com políticas Governamentais eficientes poderiam contribuir para amenizar as consequências dessa realidade. Já que os problemas de mobilidade surgiram por um processo gradativo de má planejamento e gestão, haja vista menos de 10% dos municípios Brasileiros possuem plano de mobilidade urbana, segundo a MOBILIZE.
       Destarte, é impreterível a contribuição Governamental, especificamente do Ministério das Cidades, para formar equipes com engenheiros,arquitetos e pesquisadores da área para desenvolver estratégias de tornar o transporte coletivo em um modal mais atraente e seguro. E ao mesmo tempo incentivar, por meio da mídia televisiva, iniciativas individuais de transporte compartilhado que visem a redução do fluxo de veículos nas vias.