A mobilidade urbana no Brasil

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    A mobilidade em crise
              Metrôs lotados. Ônibus Precários. Desconstrução do espaço público. Ao longo do processo de urbanização da história nacional, percebe-se que, no Brasil, o espaço urbano foi construído de forma rápida e desorganizada. Assim, gerou-se uma rede de mobilidade urbana inadequada e ineficiente. Com efeito esse panorama de caos urbano, mostra-se um importante desafio da contemporaneidade. 
               Em primeira instância pode-se observar, através de dados da Agência Nacional de Trânsito, que o número de transportes públicos aumentou 139% no mesmo período em que a população cresceu apenas 12%. No entanto, a população é demasiadamente grande e necessita, assim, de maiores investimentos nas redes de metrôs, trens e ônibus. O investimento estatal todavia, restringe-se apenas ao aumento das frotas de ônibus, gerando serviços de baixa qualidade e o descontentamento populacional que prefere muitas vezes, comprar automóveis próprios.
           Ademais, com os meios de locomoção precários e o crescente aumento de carros próprios, é comum observar a maioria dos carros com apenas uma pessoa dentro. Tal comodidade gera congestionamentos no trânsito dantescos e afeta de forma cruel o meio ambiente que é prejudicado pela emissão de gás carbônico na atmosfera e consequentemente, o aumento do efeito estufa no planeta. Cabe ressaltar também, o aumento da poluição atmosférica que afeta a saúde da população.
            Portanto, a fim de garantir que esse cenário caótico da mobilidade urbana seja cessada, cabe ao Ministério dos Transportes, por meio do redirecionamento de verbas, investir na compra de mais veículos públicos e contratar serviços de manutenção frequentes. À modelo da cidade de Bogotá vale ainda, aumentar a iuminaçao das calçadas a fim de promover maior deslocamento por meio delas. Dessa maneira, construir-se-á na sociedade um modelo de mobilidade mais sustentável e satisfatória.