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    O Brasil atualmente vem sofrendo com o problema da mobilidade urbana, o qual consiste na dificuldade de locomoção das pessoas nas grandes cidades. Por ser considerado um país subdesenvolvido, este problema se intensifica de acordo com as características sociais e culturais do indivíduo, sem esquecer dos governantes que deixam o problema cair em descaso.
          A raiz das complicações se encontra no transporte público que pelo fato dos monopólios administrativos visarem apenas os lucros, acabam sendo criadas rotas mais extensas, o que acarreta em demora. Há problemas também como falta de segurança, altos preços e por serem poucas opções no mercado gera lotação (o que se intensifica como crescimento demográfico).
          A soma destes problemas gera no cidadão a vontade de possuir um carro próprio. Os  carros acabaram sendo comprados em excesso e por eles ocuparem muito espaço e comportarem poucas pessoas gera o engarrafamento, o que aumenta ainda mais a demora no transito.
          Além de que os principais afetados são as minorias e os mais carentes, uma vez que quem tem dinheiro compra um carro e/ou mora perto do trabalho. Enquanto quem não tem mora na periferia e utiliza o transporte público. Nas minorias, os mais afetados são os portadores de deficiências especiais, embora as outras classes como mulheres, negros e LGBTs também sofram pela falta de segurança (principalmente durante a noite).
          Nota-se então que se torna papel do governo criar mecanismos os quais possam resolver o problema. Uma maneira é a ampliação e melhoramento do transporte público, em especial os ônibus por serem os mais utilizados. O governo financiaria a ampliação dos ônibus, rotas, conforto e segurança. Desta maneira as pessoas passariam a preferir os ônibus (criando assim a demanda) e o dinheiro seria retornado ao governo na medida em que ele fosse recuperado pela iniciativa privada.