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    Em seu mandato, na metade do século XX, Juscelino Kubistchek implantou fortemente a política rodoviária no Brasil. Consolidou-se assim, o rodoviarismo como principal meio de transporte no país. Entretanto, atualmente, com o crescimento urbano desordenado e o uso de automóveis unitários, os grandes centros urbanos sofrem com congestionamentos constantes e poluição atmosférica. 
          Os "engarrafamentos" fazem parte do dia a dia dos moradores das grandes metrópoles, este fator é resultante da falta de projetos que organizem o crescimento urbano, e é intensificado pelo uso individual de carros. De modo análago, o sociólogo Zygmunt Bauman relata que "as relações escorrem pelo vão dos dedos", reafirmando o individualismo vivido pela nossa sociedade. Assim o uso unitário dos automóveis sobrecarrega e letifica as rodovias, com isso os cidadãos perdem muito mais tempo em seus percursos. 
          Ademais, é válido ressaltar os problemas ambientais causados pela queima de combustíveis fósseis feita pelos veículos. A emissão de gases, como por exemplo o dióxido de carbono, amplia o efeito estufa. Além disso, a poluição do ar corrobora para que várias doenças respiratórias acometam os habitantes destes lugares. De acordo com o Ministério da saúde o número de casos de problemas respiratórios aumentou significativamente na grande São Paulo. Evidenciando assim, que a poluição atmosférica é um desafio a ser combatido.
          Fica claro, portanto, que os Estados devem tomar providências quanto a este problema. Em primeiro lugar, o governo deve investir e melhorar as ciclovias, bem como o transporte público, a fim de descongestionar as vias urbanas e dar ao público opções sustentáveis de locomoção. Outrossim, a mídia, juntamente com órgãos ambientais e educacionais precisam ajudar na promoção de uma consciência ambiental, para que as pessoas escolham meios de transportes alternativos. Assim, os brasileiros poderão locomover-se de forma eficiente e segura.