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    Durante a 2ª Revolução Industrial, nos Estados Unidos, surgiram os automóveis com o intuito de facilitar o deslocamento da população. No Brasil, o crescimento dos habitantes das áreas urbanas aliado ao aumento dos meios de transporte, e ainda com a falta de planejamento na mobilidade urbana tem desencadeado diversos problemas. Entre os fatores relacionados a essa problemática evidenciam-se não só o aumento da poluição, mas também os prejuízos na economia.  
        Em primeira análise, de acordo com dados do I.P.E.A.( Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) os automóveis são responsáveis por 60% dos poluentes soltos no ar. Os gases liberados, como o metano, chamam-se de gases estufas, pois fazem parte do efeito estufa. Outrossim, com o aumento deles no ambiente, esse fenômeno natural intensifica-se, o que resulta no aquecimento global, haja vista que esse processo tem como uma das consequências o derretimento das geleiras.
         Outro aspecto decisivo, é a influência negativa causada à economia brasileira, em detrimento aos congestionamentos nos grandes centros urbanos e nas estradas, já que é pela via rodoviária o grande fluxo de transporte de cargas. Os atrasos nas entregas de mercadoria são constantes, aumentando o custo e o consumidor é prejudicado. Além disso, a precariedade nas estradas, como a BR-316 que liga Maceió a Belém, também é um fator contribuinte para o encarecimento do produto e na diminuição do lucro.  
          Portanto, a falta de planejamento na mobilidade urbana e investimento em outros meios de transportes são fatores prejudiciais para o país. Cabe, pois, ao Ministério do Transporte aliado ao Ministério do Meio Ambiente investir na ampliação de portos, para transporte de um maior quantitativo de mercadorias. Como também, aumentar a malha ferroviária para o transporte de passageiros, a fim de diminuir a circulação de carros e caminhões poluidores do ar. De modo não só a conservar o meio ambiente bem como não ter prejuízos na economia do país.