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    A política dos “50 anos em 5 “ do ex presidente do Brasil Juscelino Kubsticheck incentivou o crescimento desordenado da industria automobilística. Tal medida beneficiou a conjuntura econômica , em contrapartida, causou graves problemas na mobilidade urbana. Nesta Perspectiva, deve-se analisar os problemas que cercam o acesso a mobilidade urbana no Brasil. 
                 A priori, quando se vive em uma sociedade sem regras claras e que as leis não funcionem , essa e encontra em estado patológico. Essa analogia se aplica na realidade brasileira, visto que é evidente a péssimas condições de rodovias, como ruas esburacadas, falta de sinalização e além da péssima estrutura de transportes coletivos que influenciam na compra de carros particulares. Nesse ínterim, o Estado que deveria propiciar a qualidade de vida dos cidadãos, se vale de falta de comprometimento com o cidadão. 
               Outrossim, a imobilidade urbana propicia conseqüências negativas à população Atrasos, estresses, poluição ambiental e prejuízos econômicos são uns dos efeitos relacionados a escassez de mobilidade urbana. O grande contingente de carros que o Brasil apresenta, motivado, principalmente, pela industria automobilística que vêm facilitando o poder de compra , causando o grande número de engarrafamentos e grandes impactos ao meio ambiente, posto que modais de locomoção como bicicletas , patins e skates são . Dessa forma, os modelos de transportes sustentáveis devem ser aderidos, pois além de não emitirem gases no efeito estufa, são necessários para arrefecer os percalços que obstaculizam a mobilidade urbana. 
                    Por conseguinte , cabe ao Estado, portanto, maior regrador de uma sociedade política , por meio de empresas de bicicletas e outros meios de transportes sustentáveis em parceria com a Mídia incentivar a compra desses modais , destacando sua importância em vista aos impactos ambientais e a saúde para que, assim , alcance, melhor locomoção entre os diversos lugares no Brasil. Ademais , o Estado deve investir e ampliar as linhas de metrô e ônibus de qualidade, visto que muitos abandonam esses meios devido as suas condições precárias.