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    Um tema que tem gerado diversas discussões nos dias atuais é a mobilidade urbana no Brasil. Isso ocorre porque o deslocamento das pessoas nas cidades brasileiras, a cada dia, torna-se mais difícil. Entre as questões que agravam o problema,podem-se elencar a negligência governamental ligada ao planejamento urbano e a quantidade exagerada de automóveis circulando pelo Brasil.
        Em primeiro lugar, é inegável a negligência estatal. Isso acontece porque a preocupação de muitos membros do governo está mais voltada á remediação de problemas do que à prevenção deles. Ou seja, o Estado não investe adequadamente na manutenção e planejamento urbanos, uma vez que isso só é feito, muitas vezes, quando surgem questões graves ligadas à temática. Ora, na região central de São Paulo, vários caminhoneiros passam por dificuldades  para circular com veículos de grande porte pelas ciclovias, já que diversas pontes acima delas não possuem altura adequada para a passagem, algo observado mais atentamente por autoridades superiores só depois de muitas reclamações dos transeuntes. Outro exemplo são as rodovias principais de Natal, que apresentam fendas e falta de proteção nas curvas, o que, há tempos, deveria ser revertido, haja vista que desde 2018 são registradas reclamações de viajantes da região.
        Em segundo lugar, boa parte da comunidade civil também potencializa a dificuldade na locomoção urbana. Certamente, a maioria das pessoas  quer se locomover em seus automóveis, não quer se submeter a várias horas em transporte coletivo ou a vários quilômetros andando. Uma das causas desse problema é a falta de policiamento dos indivíduos sobre seus atos, pois poderiam mudar os hábitos supracitados. Se a mudança ocorresse, não haveria milhares de automóveis circulando pelas avenidas principais das capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro ou Manaus, gerando dificuldades de locomoção, acidentes de trânsito e mortes de pedestres ou motoristas.
        Portanto, as questões discutidas sobre mobilidade urbana foram a negligência governamental e o excesso de veículos no trânsito. Logo, cabe ao Estado aumentar a fiscalização nas ruas do Brasil, o que pode ser feito através do diálogo com os indivíduos que vivem na área e conhecem sua realidade infraestrutural. Soma-se à proposta a ação do Departamento de Trânsito, o qual deve incentivar as pessoas a usarem meios alternativos de locomoção além de automóveis através de palestras em que seriam abordados os problemas de mobilidade ligados ao congestionamento. Assim, as complexidades apresentadas serão prevenidas, e a população utilizará transportes mais adequados ao meio urbano.