A mobilidade urbana no Brasil

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    É indubitável que a escolha por transporte particular aumentou após a redução dos impostos sobre os veículos durante o governo Lula. Por conseguinte a fluidez do transito foi abalada, trazendo um crescente impacto ambiental causada pela emissão de gás carbônico na atmosfera, e outrossim o despreparo para receber modais de condução alternativos, tornando assim a mobilidade um problema no Brasil.
         Destarte, a falta de transporte coletivo acessível a toda população,aliado a carência em estrutura para receber locomoção alternativa como ciclovias, tem efeito direto sobre essa situação, visto que a população opta por carros individuais, provocando congestionamento nos centros das cidades e a poluição do ar e sonora, promovendo dessa forma, problemas a saúde dos indivíduos. 
          Nesse sentido, a escassez de segurança e os frequentes roubos aos pedestres é outro fator que contribui para o desafio da mobilidade nos dias hodiernos. Segundo dados do instituto brasileiro de geografia e estatística (IBGE), houve cerca de 11,9 milhões de roubos em um ano, e 70% foram em vias públicas. Tal estatística explicita um ineficiente investimento em proteção. 
          Tendo em vista os fatos supracitados, faz-se indispensável uma intervenção. Portanto, para diminuir a concentração de carros nos grandes centros, é necessário que se crie um pedágio urbano nas áreas mais movimentadas, investindo o dinheiro coletado aliado ao redirecionamento de verbas em transporte público, segurança e compra de bicicletas comunitárias, para incentivar o individuo a buscar transportes alternativos diminuindo os impactos ambientais e facilitando a mobilidade no país.