A mobilidade urbana no Brasil

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    Se criada na contemporaneidade brasileira, a obra ´´O grito``, de Edvard Munch, representaria o desespero de uma pessoa com o precário quadro de mobilidade urbana vivenciada no país. Dessa forma, pôr em xeque esse assunto é indispensável, visto que o atual modelo de organização dos automóveis públicos  não é proporcionador  da plena qualidade de vida.
       Em primeiro plano, cabe ressaltar a antítese existente entre o fato do Brasil ser possuidor de significativos recursos financeiros e mecanismos de aplicá-lo, porém não colocar como prioridade as condições de deslocamento daqueles que garantem a sustentação dessa economia. Dessarte, a má gestão pública impõem aos brasileiros transportes em massa com um baixo conforto, inseguros durante percurso, superlotados e, como se não bastasse, elevadas tarifas não condizentes com os serviços ofertados. 
        Como consequência, inúmeras pessoas optam pelo uso do automóvel particular. Logo, o resultado do pesamento em comum, ocasionado pela insatisfação com o transporte público, é o encadeamento de veículos congestionados, compartilhando entre eles mesmos a poluição sonora e química. A partir disso, fica nítido que o indivíduo submetido a toda essa somatória diária não está em completo aproveitamento do seu direito mencionado.
        Portanto, é notório a necessidade de mudanças benéficas nesse âmbito, uma vez que seu atual funcionamento não agrada a nação. Assim sendo, é papel do Governo Federal destinar maiores recursos a esse setor, de forma que seja utilizado para a correção  desses problemas e resulte no estímulo ao retorno dos cidadãos, a fim de garantir não só o bem estar geral, mas também a redução do congestionamento. Realizado tais procedimentos, a pintura ´´O grito`` terá seu significado alterado de desespero para uma feliz perplexidade.