A mobilidade urbana no Brasil

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    Na década de 40 foram consolidadas as leis trabalhistas e seus direitos eram permitidos apenas na zona urbana. Com isso, houve um grande êxodo rural e, com a falta de planejamento das cidades, a situação logo se tornou um problema. Décadas depois, são vistos os efeitos da falta de planejamento, como a falta de transporte público de qualidade, a crescente poluição e grande número de acidentes.
     Um dos maiores problemas de mobilidade urbana atualmente é a falta de transporte público de massa. Com a ausência de investimentos em ônibus e trens, o aumento do valor da passagem e a falta de ciclofaixas para bicicletas, cidadãos se veem obrigados a utilizar seus veículos próprios. Consequentemente, o numero de carros aumenta, ocorrendo ainda mais engarrafamentos. Esse problema traz um estresse comum aos brasileiros e já se tornou parte da paisagem dos grandes centros urbanos
     Ademais, é preciso levar em conta contaminação do ar e os acidentes registrados no Brasil. É por consequência do grande número de carros que megacidades, como São Paulo, passaram a ter uma elevada taxa de poluição. Assim, é possível assegurar a insatisfação da população local e acréscimo nos problemas de saúde relacionados a isto. Além disso, é preciso levar em conta que, todo ano, ocorrem mais de 40 mil acidentes nas rodovias do país, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).
     Portanto, são imprescindíveis medidas para resolver esses problemas. Seria conveniente um maior investimento do Ministério dos Transportes  em linhas de trens e ônibus para a população. Assim, com o aumento da qualidade nos modais, o numero de utilizadores cresceria, sendo possível diminuir o preço das passagens e engarrafamento. Também é necessário que, novos ônibus sejam abastecidos a base de diesel orgânico, combustível feito com 100% de biomassa, causando menos poluição.