A mobilidade urbana no Brasil

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    Desde o Iluminismo e, posteriormente, Revolução Francesa, o caráter participativo acentuou expressivamente nas sociedades mundiais. É possível afirmar que, a mobilidade urbana no Brasil é um caos. Isso se evidencia não só pela pela falta de investimento do poder público como negligência da própria população.
        A princípio, é evidente que os brasileiros enfrentam dificuldade para se deslocar de um ponto a outro da cidade em grandes Metrópoles, na Cidade do Rio de Janeiro quanto à população aumentou 12,2% o número de veículos registrou um crescimento de 138,6%. É inadimissível um número tão alto de automóveis nas ruas. Há, ainda o aumento da poluição sonora gerado pelo barulho dos motores, descarta de milhares de pneus e peças em desuso, poluindo áreas de preservação.
        Além disso, o número de veículos individuais dificulta a locomoção, tornando ainda mais constante os engarrafamentos, lentidão, estresse e outros. É lamentável que o Brasil um país signatário de declaração universal dos direitos humanos possua a irresponsabilidade de assegurar a integridade de uma nação. Para Oscar Wilde, o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação. 
        Entende-se, portanto, que é necessário que a população entenda os riscos do deslocamento, Nesse contexto cabe o governo federal, somado com Ministério do meio ambiente e promover o rodízio entre os carros determinado pelo número de placa do veículo gerando a carona solitária, por meio das palestras em rede de comunicação atravez do rádio,TV, redes sociais e outros, com a conscientização da população sobre poluição, a fim de uma mobilidade sustentável sendo possível diminuir a superlotação no trânsito. Feito isso será superado os reflexos negativos deixado pela Revolução Francesa.