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    Na segunda metade do século XX, a urbanização causou um aumento significativo de habitantes das áreas rurais para as áreas urbanas.Nessa perspectiva, o Brasil tornou-se um país populoso ,porém, pouco povoado acarretando um inchaço habitacional nos grandes centros do Rio de Janeiro e São Paulo. Assim, a região Sul do país é marcada por intensos congestionamentos e poluição causados pelo uso desenfreado de automóveis.
     Primeiramente, cabe ressaltar que após a Guerra Fria o mundo viu-se inteiramente capitalista onde há uma potencialização da compra desenfreada. Ademais, com o governo do presidente Juscelino Kubitschek  e suas políticas de incentivo ao automóvel, o Brasil tornou-se incapaz de sustentar tamanha demanda ocasionando,assim, em congestionamentos. Dessa forma, os centros urbanos são palco de insatisfação popular todos os dias por enfrentarem horas no trânsito. 
     Outrossim, é necessário frisar que com a intensificação do uso de combustíveis fósseis, em destaque ao petróleo, o efeito estufa é agravado gerando o aquecimento global. Diante disso, o uso de modais que usufruem desse combustível acarretam na liberação de CO2 no planeta. Assim, é preciso que haja um incentivo governamental em detrimento à construção de ciclovias, disponibilizando uma opção de troca para um modal sem poluentes fósseis. 
     Diante dos fatos supracitados, a mobilidade urbana no Brasil enfrenta desafios de congestionamento e poluições desenfreadas que precisam ser discutidas. Cabe ao Governo Federal  um investimento de rendas voltadas na construção de ciclovias e disponibilidade maior de veículos públicos espalhados pelos país, para que haja um maior povoamento e um menor inchaço modal nos grandes centros. Dessa maneira, o incentivo estatal será sustentável e responsável por menos horas de congestionamento.