A mobilidade urbana no Brasil

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    A descoberta do petróleo na Segunda Revolução Industrial, que transcorreu-se na segunda metade do século XIX, contribuiu para o desenvolvimento de automóveis no mundo. Com o avanço da Globalização esses veículos chegaram ao Brasil. Hodiernamente o grande número de automóveis privados, somado à má qualidade dos transportes públicos, contribui para que ocorram imbróglios na mobilidade urbana.
     Em primeiro plano, é notório que o grande número de automóveis privados, principalmente nas grandes capitais, é uma das principais causas de um problema no trânsito: o engarrafamento. Na cidade de São Paulo, por exemplo, há aproximadamente 7 milhões de veículos privados, enquanto 9 milhões de pessoas utilizam o transporte público (ônibus e metrô) diariamente. 
     Em segundo plano, a má qualidade dos transportes públicos também é fator de relevância, visto que grande parte da população tem prejuízos físicos e morais ao utilizar esse serviço. O pequeno porte de ciclovias, a superlotação de ônibus e metrôs são exemplos de problemas que se tornam maiores quando aliados ao fato de que as pessoas, por muitas vezes, precisam utilizar mais de um tipo de transporte público para chegar ao seu destino. 
     Portanto, é indiscutível que medidas devem ser tomadas a fim de melhorar a qualidade da mobilidade urbana e, consequentemente, o bem estar social. Logo, cabe aos Governos Federal, Estadual e Municipal, implementarem projetos para melhorar o transporte público e diminuir o fluxo de veículos privados, como: aumentar o número e o tamanho da ciclovias; estabelecer sistemas rotativos para a circulação de carros; unificar bilhetes entre ônibus e metrôs para baratear o preço.