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    A inexploração do transporte público no Brasil
      Henrique Peñalosa foi um político da Colômbia que estabeleceu algumas medidas para diminuir o trânsito como: diminuir vagas de estacionamento nas ruas e aumentar o preço para estacionar nessas vagas. No entanto, essas providências só funcionariam de fato com um bom sistema de transporte público. Contudo, no Brasil, o transporte público é pouco explorado devido a carrocracia, em que as cidades favorecem carros em detrimento de outros modais, além disso, a jornada de trabalho do brasileiro influencia no horário de pico, sobrecarregando o trânsito.
      Primeiramente, a dificultosa mobilidade urbana pode causar muitos problemas para o meio ambiente e para a saúde mental da sociedade. As cidades brasileiras possuem uma infraestrutura voltada para o fluxo de carros, enquanto outros modais como a ferrovia, poderiam ser mais explorados. Também dificulta a mobilidade dos pedestres, tornando como objetivo do indivíduo comprar um carro para que não sofram andando nas ruas ou em transportes públicos lotados, que demoram a chegar.
      Outrossim, a jornada de trabalho do brasileiro não é flexível e a maioria acaba por volta do mesmo horário. Todos saem do trabalho ao mesmo tempo causando trânsito e superlotamento das ruas e transportes, no chamado horário de pico. 
      Portanto, o governo municipal em parceria com o federal, deveria investir uma verba maior em transportes públicos com uma preocupação com o planejamento para cada cidade e suas particularidades. Assim, o trânsito diminuiria, além de causar menos impacto ao meio ambiente que está cada vez mais poluído. Ademais, é imprescindível que a jornada de trabalho do brasileiro seja flexibilizada pelo governo e empresas privadas, distribuindo melhor as cargas horárias durante o dia, dessa maneira os trabalhadores poderiam deixar seus empregos em diferentes horários, equilibrando o trânsito sem causar superlotação.