A mobilidade urbana no Brasil

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    Em 18 de agosto de 1817, O Rei D.João 6 assinou um decreto que deu início ao transporte público no Brasil.Apesar do pioneirismo frente ao resto do mundo,a qualidade atual dos sistemas de locomoção tupiniquim configura-se como o  principal entrave para a mobilidade urbana,tanto nas metrópoles,quanto nas pequenas cidades brasileiras.
    Deve-se pontuar,de início,que o crescimento da renda média do brasileiro e a facilidade da aquisição de crédito na ultima década,sobrecarregou os grandes centros com automóveis e motocicletas.Contudo,o investimento só se torna interessante quando a frota pública é incapaz de fornecer qualidade.Nesse quesito,a Alemanha é um modelo a ser seguido.Sua capital,Berlim,reduziu as taxas de emissão de carbono e o congestionamento urbano,devido ao aumento da diversidade de modais de transporte urbano,sobretudo,na construção do ´´Tramtrain``,trens que circulam tanto entre os carros quanto na parte subterrânea.
    Vale ressaltar,também,a situação lastimável da mobilidade nas pequenas cidades.A baixa frequência de ônibus aliado a impontualidade do serviço incapacita o cidadão a controlar e otimizar seu tempo.Nesse sentido,o cidadão é desrespeitado e privado de seu direito,assegurado pela constituição,de transporte de qualidade.
    Fica evidente,portanto,a necessidade de medidas que atenuem os problemas destacados.Desse modo,cabe ao Ministério da Infraestrutura otimizar o transporte coletivo,por meio de um projeto de diversificação e ampliação dos modais nos grandes centros brasileiros.Outrossim,compete ao (MI),aliado as empresas de transportes intermunicipais, a automatização dos horários dos ônibus por intermédio de rastreadores nos veículos e a disponibilização em tempo real do horário prevsito de chegada nos aplicativos para celulares.Logo,através das ações propostas,o respeito ao cidadão e ao ambiente poder-se-ão ser resgatados no Brasil.