A mobilidade urbana no Brasil

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    A priori, os brasileiros já tinham noção de como eram os modelos automobilísticos devido a instalação da ''Ford Motors Company'' em São Paulo no ano de 1919. No entanto, tal área só passou a ser verdadeiramente administrada nos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Daí em diante, inúmeras inovações foram criadas até o ponto em que o Brasil se encontra hoje, em que apesar da tecnologia inovadora e atrativa que veio dos meios de transportes, toda a ideia de mobilidade urbana já não é levada ao pé da letra, já que de mobilidade, há pouco. 
       Segundo o jornal Estadão de São Paulo, um paulista passa, em média, o equivalente a um ano e meio parado no trânsito. Tal problema se dá por diversos fatores, sendo um deles a questão de não haver estradas suficientes para tantos automóveis. Sem dúvidas, o planejamento primário da cidade já não é mais apropriado. 
       Em termos, a mobilidade urbana é a facilidade de deslocamento das pessoas e bens na cidade, porém tal termo não se encaixa mais. Ademais, há também o quesito ambiental no qual há uma constante emissão de gases poluentes provenientes dos automóveis que destroem a atmosfera cada dia mais. Logo, não só se deve pensar em melhorias para a mobilidade urbana, mas também numa proposta que envolva sustentabilidade. 
       Sendo assim, o Ministério das Cidades deve rever o planejamento atual das estradas e realizar reformas incluindo mais corredores exclusivos para ônibus, ou ainda ciclovias para que assim, haja menos engarrafamentos. Aliás, não apenas melhorias nas estradas, mas também nos transportes públicos no intuito de confortar melhor seus usuários e, desta forma, se instalar vontade maior de usá-los fazendo com que diminua o número de carros nas estradas, pois as pessoas optarão pelos ônibus, metrôs, trens, e etc. Outrossim, propagandas devem ser criadas pelas mídias a fim de incentivar o uso de bicicletas para trajetos de menores. Seguindo tais medidas, aos poucos o caos diminuirá e além de real mobilidade urbana, haverá o mais importante: mobilidade urbana sustentável.