A mobilidade urbana no Brasil

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    Desde os processos denominados revoluções industriais e a invenção do motor a vapor, o mundo vêm, demasiadamente, fazendo uma produção cada vez mais desenfreado dos automóveis, afetando a fluídez do movimento e levantando questões a respeito do termo "mobilidade urbana". Nesse contexto, alternativas que amenizem os problemas de locomoção em massa precisam ser debatidos.
          Em primeiro plano, o problema que as capitais tem sofrido com a crescente de carros é cada vez mais complexo, resultando reações em cascata decorrentes desse impasse, como: os enormes engarrafamentos, crescente número de emissão de gases estufa e o grande número de acidentes, dados assustadores como da OMS (Organização Mundial de Saúde) revelam que, somente em 2013, 41 mil pessoas perderam as vidas nas rodovias brasileiras, sendo resultado do aumento de 400% no número de veículos, segundo a FGV.      
    
          Contudo, o país caminha a passos lentos em direção a solução do problema, tendo em vista que há poucas opções alternativas de transporte, e as já existentes, são, na maioria das vezes precárias, como o insuficiente número de ônibus, que realizam percursos demorados, o que implica na superlotação e espera nas paradas. Vale ressaltar também, a carência de ciclovias sinalizadas e o pequeno número de cidades equipadas com sistemas de metrô.
    
          Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse, o Governo Federal, em parceria como Ministério do Transporte, deve propor medidas, como a melhoria significativa na dinâmica do transporte coletivo, incentivo a carona solidária para pessoas com a mesma rota diária, e construção de metrôs no maior número de cidades possíveis, a fim de que, com o passar dos anos, as capitais brasileiras deixem de ser sinônimo de engarrafamento e poluição.