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    O Presidente Washington Luiz, último da República Velha, acreditava que para o desenvolvimento de um país era necessário a construção de estradas. Nesse sentido, apesar de vários avanços, esse local de locomoção, na contemporaneidade, é visível uma negligência estatal; haja vista o processo de urbanização desenfreado que acarretou em um dos principais problemas do século XXI: a situação do meio ambiente. Dessa maneira, é necessário averiguar o quadro vigente e propor alternativas públicas para solucionar o impasse. 
           Em uma primeira análise, é necessário destacar que os problemas de locomoção é devido a uma macrocefalia urbana. Tal desiquilíbrio é resultado do processo de industrialização do governo Vargas, em que a grande expansão das cidades decorreu pelo êxodo rural. Por esse contexto, é notório as consequências no Brasil atual em razão dos problemas de locomoção dos trabalhadores de classe baixa, pois naquela época os ricos foram mais favorecidos e ficaram em locais considerados assim. Nessa ótica, é notório a despreocupação dos órgão públicos com a parcela populacional minoritária e a persistência da classe alta privilegiada. 
           Consequentemente, percebe que o alastramento urbano degrada o meio ambiente. Prova disso, é a pesquisa do jornal Estadão em uma das grandes metrópoles brasileira: São Paulo, no qual retrata que essa cidade possuí cerca de 90% de poluição; tal fato, prejudicial, é devido à grande emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera; tamanha proporção é ocasionada, principalmente, pela locomoção automobilística. Por essa análise, talvez hoje, o Presidente Washington teria uma opinião contrária das estradas pela forma que os veículos agravam a maneira de viver das pessoas e contradiz o conceito de sustentabilidade. 
            Portanto, é mister que o Poder Legislativo, por meio da criação de uma lei que entrará em vigor nas cidades, que irá obrigar criar ou até mesmo melhorar a passagem de qualidade aos bicicletistas, para que a população tenha mais segurança nas ruas e os menos favorecidos terão maior flexibilidade de ir e vir. Ademais, urge que o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto da mídia, mediante aos horários televisivos, demonstrarão as análises estatísticas de como os automóveis agravam o ambiente, a fim dos telespectadores tenham ciência de tal situação e, posteriormente, diminuirão tal uso.  Com isso, essa mobilidade terá uma organização mais justa e sustentável com apoio do Estado.