A mobilidade urbana no Brasil

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    O fluxo automotivo
     Promulgada em 1988, a Constituição Brasileira garante a todos os indivíduos o direito à mobilidade urbana eficiente. Contudo, a constante ocorrência de congestionamentos e, em consequência disso, a alta liberação de gases poluentes impedem a efetivação desse direito na prática. Nessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
      Em primeiro plano, urge analisar os congestionamentos que acontecem demasiadamente nas cidades. Nesse sentido, observam-se os impactos na vida da população, principalmente de cidades grandes, que sofre com os problemas de lentidão e estresse no trânsito. Segundo Platão, importante filósofo grego, a qualidade de vida é importante, de modo que ultrapassa o da própria existência. Análogo a isso, tornam-se evidentes as consequências do atual trânsito brasileiro, que não corrobora para uma boa qualidade de vida.
      Outrossim, o excesso de gases poluentes que são liberados pelos veículos atua como impulsionador do problema. Nesse âmbito, os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de gases do efeito estufa na cidade de São Paulo, aponta o Instituto de Energia e Meio Ambiente. Desse modo, essa poluição está diretamente ligada à mobilidade urbana no Brasil, pois ela deve ser eficiente de forma sustentável.
      Portanto, medidas são cruciais para mitigar os impactos causados pelo impasse. O Estado deve investir em melhorias para o transporte público, de modo que vise maior segurança e conforto aos passageiros, instalação de ar condicionado e equipamentos de segurança, para que mais pessoas migrem para esses meios de transporte. Ademais, as prefeituras devem investir na construção de ciclovias e ciclofaixas, a fim de buscar o incentivo ao uso de bicicletas e diminuir a emissão de gases poluentes. Dessa forma, garantir-se-á mobilidade urbana com boa qualidade e sustentável no país.