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    Que o brasileiro perde muito tempo no trânsito não é novidade para ninguém. Inclusive, os dados são assustadores com grande impacto na economia do país.
           Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) mostrou que o brasileiro gasta mais de 2 horas por dia para se deslocar de casa para fazer alguma atividade na rua, como trabalho, consultas médicas, lazer ou compras.
          Esse cenário gera impactos negativos tanto para cidadão, que é o maior afetado, quanto para o gestor público. Para o primeiro, podemos citar a perda de tempo em longas filas de ônibus, vagões lotados, dificuldade de cumprimento de horários, engarrafamentos e excesso de tempo no deslocamento entre a casa e o local de trabalho. Isso tem efeito direto na qualidade de vida e afeta a saúde do cidadão.
    
          Qualquer iniciativa que tenha o objetivo de se apresentar como solução para resolver os desafios da mobilidade urbana devem partir de um planejamento de longo prazo, que não acompanhem somente a duração do mandato de um gestor público. Dessa forma, as soluções passam pela parceria entre empresas privadas e poder público por meio de contratos de concessão bem formulados, que consigam aliar o planejamento urbano com a expectativa do usuário, que é o afetado diretamente por qualquer mudança neste sentido. É o caso do sistema de transporte público de Contagem, por exemplo.