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    A partir da criação da máquina a vapor, no século XVIII, durante a primeira revolução industrial , o mundo se abriu a novas formas de locomoção que permitem o rápido tráfego de pessoas e cargas. Contudo o crescimento desenfreado da malha rodoviária deu espaço a novos problemas acerca da mobilidade dentro dos grandes centros urbanos brasileiros. 
           O crescimento da população está aliado a um estilo de vida onde a maioria das pessoas tem de deixar suas casas diariamente para trabalhar e isso acaba gerando uma enorme concentração de veículos, tornando praticamente impossível a locomoção em determinados horários, como por exemplo horários em que escolas liberam as crianças, o que, geralmente, ocorre ao 12:00 e as 17:00 horas. Ademais, incentivos do Governo Federal a compra de automóveis, como a redução do IPI, contribuíram para inflar as cidades com os mesmos. Somado a isso, os transportes coletivos, muitas vezes, apresentam problemas de atraso nos horários e de super lotação. Tudo isso, influi diretamente na qualidade de vida das pessoas que dependem tanto de seus veículos particulares, como nas dos usuários do transporte público, que despendem um grande tempo de seu dia apenas no ir e vir. Além da crescente emissão de gases poluentes no meio ambiente. 
           Em virtude dos fatos mencionados, os Governos Estaduais devem promover incentivos a meios de locomoção sustentáveis, como as bicicletas, aumentando a abrangência de ciclovias que forneçam maior segurança as pessoas que as utilizam. Associadamente a Polícia Civil, responsável por órgãos como o Departamento de Trânsito de cada estado, que deve fiscalizar rigorosamente a pontualidade das empresas responsáveis pelos transportes coletivos, e se necessário aumentar a quantidade de linhas, a fim de diminuir o tempo que as pessoas levam pra se locomover. A partir disso, haveria a diminuição de veículos particulares nas ruas.