A mobilidade urbana no Brasil

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    É notório que, com o decorrer do tempo, a mobilidade urbana tem se tornado um grande desafio para a população brasileira. Sendo este um problema que perdura e que vem agravando ao longo dos anos, proporcionando, assim, o aparecimento de diversos problemas nas metrópoles. 
        Historicamente, após a segunda guerra mundial, o país se deparou com a oportunidade de trazer industrias automobilísticas para a nação, como por exemplo a "VolksWagen" com carros de baixo custo, as ruas foram tomadas por "Fuscas" e "Kombis" que elevaram a produtividade nacional rodoviária em detrimentos das demais, entretanto, o modelo de consumo capitalista não previu a super frota de automóveis que se acumularia nos anos vindouros e os seus desafio. 
          Faz-se necessário lembrar que os países com melhor qualidade de vida, geralmente os europeus, adotaram, em sua maioria, o transporte baseado em ciclovias. Afim de checar o impacto das bicicletas na economia europeia, no geral, a economia local do comércio já é fortalecido, pois ciclistas o visitam mais vezes. Por fim, a Europa é beneficiada em cerca de 205 bilhões de euros por ano. Já no Brasil a situação é inversa, apesar de 83% dos paulistanos estarem dispostos a trocar carros por condução pública, segundo o IBOPE inteligência, os mesmos, porém, queixam-se da qualidade do transporte e assim não acham viável a troca. A consequência desse aumento descontrolado da frota de veículos no Brasil tem impactos diretamente ligados ao meio ambiente, com o aumento descontrolado da emissão de gases efeito estufa. Em decorrência dessas emissões de poluentes, problemas naturais e climáticos em larga escala, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor, tem relações diretas com o problema causado pelo excesso de veículos. Países desenvolvidos apresentam muitas estações de metrô, que é um excelente meio de transporte, o Brasil tem cerca de 309 km de linhas de metropolitano, o que é menos que o total encontrado na cidade de Nova York. 
           Conclui-se que o governo brasileiro deve incentivar nas pessoas o desejo por outras formas de transporte, assim como a busca pelos meios de condução pública. Para isso deve ampliar as ciclovias do país, ao mesmo tempo em que faça uma ação conjunta com os grandes veículos de mídia a fim de incentivar a população a andar de bicicleta, além disso, criar pedágio urbano, assim como a Inglaterra fez, que é um tipo de imposto pelo excesso de carro que engarrafa o trânsito e prejudica a economia, o arrecadamento dessas tarifas poderia ser investido na melhoria dos ônibus ou na criação de linhas de tróleis, que são veículos não poluentes e, geralmente, confortáveis.