A mobilidade urbana no Brasil

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    Em 1950, o presidente Juscelino Kubitschek deu inicio a industrialização no Brasil, promovendo a construções de rodovias e atraindo industrias automobilísticas para o país. Embora essa atitude tomada por ele tenha trazido grandes benefícios para a época, hoje vemos que foi uma medida precipitada, já que houve um descaso nos outros modais de transporte, dificultando a mobilidade dos brasileiros.
        Ademais, o Brasil possui um modal de transporte inadequado onde 65% são rodoviários e não possui uma matriz de transporte efetiva em vista que muitas frotas de ônibus, por exemplo, não conectam bairros e cidades, por conseguinte muito brasileiros precisam andar km para chegar ao ponto de ônibus ou então, fazer baldeação para chegar aonde quer. Além de serem um modal de alto custo e poluente, pois dependem do petróleo e manutenção porque as estradas municipais e estaduais em sua maioria não são pavimentadas. Entretanto, muitos transportes públicos aumentam suas passagens devido a esse custo, mas não oferecem melhorias na manutenção de seu transporte ou então não substitui os  que quebraram, ocasionando a demora e a superlotação. 
        Essas diversas falhas faz com que pessoas insatisfeitas com o serviço opte pelo seu próprio veiculo, e essa alternativa promove o trânsito caótico e os engarrafamentos. Transporte alternativos como bicicletas e patinetes, é uma ótima opção visto que não polui, mas a falta de infraestrutura e sinalização das cidades faz com que ocorra acidentes. A falta de infraestrutura nas ruas também afetam as pessoas com necessidades especiais visto que inclusão e acessibilidade está diretamente ligada a mobilidade urbana: não há acesso se não há planejamento de medidas inclusivas. Considerando as dimensões territoriais do Brasil seria mais eficiente  investir na malha ferroviária e aquaviária, porque além de serem mais baratas não dependem petróleo, ou seja, mais ecológicas e não corre risco de serem afetadas por possíveis crises,como a dos caminhoneiros de 2018. 
         Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem á construção de um mundo melhor. Portanto, é necessário que o Governo crie projetos para aumentar a malha ferroviária e aquaviária, visando diminuir a poluição e dar mais opções de transporte de qualidade á população. Além disso, o prefeito de cada Estado deve criar obras públicas, para que haja inclusão das pessoas com necessidades especiais e melhorar a circulação de transportes alternativos.