A mobilidade urbana no Brasil

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    No governo de Jucelino Kubitschek, observa-se que o êxodo rural e a industrialização automobilística foram pontos fortes do seu mandato. Entretanto, mesmo com esse ideal de progresso sem um devido planejamento, hodiernamente, no Brasil, tem-se tornado um grande problema na sociedade. Tanto a locomoção quanto à acessibilidade são fatores destaques da mobilidade urbana do século XXI.
       Por conseguinte, Oscar Wilder grande escritor do século XIX citou que a insatisfação é o primeiro passo para o progresso, logo, sabe-se que menos de 10% das cidades têm plano de mobilidade, um motivo de tal desolação é a falta de estrutura dos centros urbanos. Redes de transportes públicos não conseguem atender a população, fator que se agrava com o pequeno número de veículos coletivos em áreas periféricas onde se encontra a massa de trabalhadores. 
       Sob um segundo enfoque, impende ressaltar que, além de o serviço não ser de excelência, ele também é excludente. A dificuldade de locomoção dos portadores de necessidades especiais, por exemplo, mantém relação íntima com a acessibilidade, que, por sua vez está diretamente ligada à mobilidade urbana. Dessa forma, fica claro que essa insuficiência afeta a população como um todo em vários níveis.
       Fica evidente, portanto, que ainda há entraves para a nossa socialização. Faz-se mister que o Governo Municipal destine verbas para melhorar o transporte público em projetos de mobilidade urbana e obras nas cidades, junto com os meios midiáticos para ampliar ainda mais a informação, garantindo assim uma reestruturação e adaptação dos meios e demais vias de locomoção. Ademais é evidente que deva ter leis para a fiscalização do governo para saber se tais obras estejam sendo feitas. Para que no futuro se tenha uma maior democratização e acessibilidade da população fato que não ocorreu com o governo de Jucelino Kubitschek.