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    O principal meio de locomoção das povoações do Brasil é o rodoviário, ele foi o escolhido a alguns anos atrás por ter uma boa flexibilidade. Contudo, com o aumento da população urbana, devido ao êxodo rural, subiu muito a frota de carros e junto a isso começaram a surgir os primeiros congestionamentos. Ademais, a grande maioria das autoestradas do país estão em condições precárias e o custo para sua manutenção cresce a cada dia. Tendo em vista que o sistema rodoviário brasileiro está próximo de um colapso, se faz necessário a difusão de novos meios de transporte para substitui-lo.
       A princípio, grande parde dos brasilienses residiam no campo, trabalhando para grandes latifundiários ou praticando a agricultura de subsistência. Porém, com a evolução do maquinário nesse setor de produção, que diminuiu a demanda por mão de obra, e a grande exigência da empresas por qualidade nas matérias primas ofertadas pelos agricultores deu-se início ao processo de êxodo rural, no qual os indivíduos se retiram do meio rural e vão para as urbes. Com isso ocorreu um aumento no número de pessoas vivendo nas cidades e consequentemente no contingente de veículos automotores.
       Segundo a Agencia Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), o sistema de locomoção rodoviário tem ótima flexibilidade, porém a reparação e a implantação possui um custo elevado, além disso, no Brasil já existe uma saturação de veículos no complexo de rodovias. Certamente um meio de transporte muito antigo pode ser a solução para o problema. Criado durante a primeira revolução industrial, o trem é muito utilizado para transportes de pessoas, porque é muito rápido. Além disso, ele também pode ser utilizado para transportar cargas com grande peso, no entanto, um dos contras das locomotivas é a inflexibilidade. Na Europa, os sistemas férreos são altamente tecnológicos, possuem trens bala que ultrapassam os 300 km\h, emitem menos poluentes que automotores e estão extremamente difundidos pelo continente. Por esse motivo se locomover no velho continente é muito mais rápido e fácil.
       Tendo em vista que a crise na mobilidade urbana está aumentando desenfreadamente e que existem meios  para a locomoção mais vantajosos, tanto para os seres humanos quanto para o meio ambiente, conclui-se que o prefeito de cada cidade deve contratar um profissional para desenvolver um site de arrecadação, no qual as pessoas com condições financeiras possam depositar uma quantia em dinheiro durante um ano para a construção de uma ferrovia. Após o término, o organizador deve solicitar verbas ao Governo Federal, juntar com o arrecadado e negociar com uma construtora de sistemas férreos. Ainda mais, aglomerados urbanos próximos devem se juntar na campanha para cortar gastos com a criação do site e se interligar por uma ferrovia. Com essas medidas os colapsos no transito terão um grande decréscimo e as pessoas poderão percorrer grandes distancias mais rapidamente.