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    O Plano Desenvolvimentista do Juscelino Kubitschek favoreceu o modelo rodoviarista de transporte e indústria automobilista. Esse incentivo culminou no excesso de veículos impedindo a fácil locomoção impactando negativamente a sociedade, meio ambiente e geração de riquezas do país. Além disso, a falta de integração de integração do setor público, empresas e sociedade desfavorece a melhor fluidez do trânsito.
      A priori, a redução de impostos no governo Lula sobre os veículos aqueceu a economia e levou uma explosão dos carros particulares. Dessa forma, gerou-se o modelo econômico e infraestrutura que beneficia a carrocracia e consequentemente a falta de estrutura para transportes alternativo. A má qualidade de transporte coletivo em relação à segurança, custo benefício, conforto contribui para que os indivíduos optem pelo meio de locomoção particular aumentando o tráfego nos grandes centros urbanos.
     Em segundo plano, de acordo com o Observatório das Metrópoles a frota de automóveis nós últimos dez anos e consequentemente a geração de poluição sonora e do ar também. Essa situação gera problemas respiratórios, estresse e ansiedade aos indivíduos, além de prejuízos por perda de carga e menor produtividade dos trabalhadores. A solução é a universalização do transporte coletivo, no entanto esse apresenta- se falho e há uma insuficiência de investimentos que continuem para essa situação.   Destarte, urge que prefeitos e governadores em conjunto com engenheiros de tráfego planejem formas de melhorar a infraestrutura por meio de ampliação de calçadas e iluminação das ruas, redes de ônibus e metrô integrando- os à transportes alternativos, criação de um bilhete único para que o custo seja abaixado, com o fito de incentivar os pedestres, gerar conforto, segurança aos cidadãos, atrair a população para o transporte coletivo em detrimento ao transporte individual como forma de garantir a melhora dos meios de transporte beneficiando a população e o meio ambiente