Enviada em: 01/07/2019

A mulher brasileira no mercado de trabalho       O mercado de trabalho feminino vem crescendo durante os últimos anos, de acordo com IBGE 1950, apenas 13,6% das mulheres eram economicamente ativas. No mesmo período, o índice dos homens chegava a 80,8%. Sessenta anos depois, os dados de 2010 mostraram que a participação feminina mais que triplicou, passando para 49,9%. Entre os homens, por outro lado, o dado caiu para 67,1%. Mas as dificuldades ainda continuam, por exemplo na desigualdade salarial, segundo IBGE Em 2018, o rendimento médio das mulheres ocupadas com entre 25 e 49 anos de idade (R$ 2.050) equivalia a 79,5% do recebido pelos homens (R$ 2.579) nesse mesmo grupo etário.     Os trabalhos mais acessíveis para mulheres são as ocupações derivadas de um histórico social da mulher ''cuidadora'', por exemplo trabalhos na área da enfermagem, geralmente é comum ver uma mulher como enfermeira mas dificilmente sera vista trabalhando como cirurgia por exemplo. A principal razão deste quadro desigual envolve aspectos históricos, culturais e sociais. As mulheres continuam sendo as principais responsáveis pelas tarefas domésticas, cuidado com os filhos e demais responsabilidades familiares.       Alternativas para a diminuição do abismo que ainda separa homens e mulheres no mercado de trabalho pode vir de atitudes governamentais buscando minimizar a diferença de salario, valorizando o trabalho feminino assim ajudando na luta feminina pela igualdade social.