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    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças e transtornos mentais atingem mais de 400 milhões de pessoas no mundo. Desse modo, nota-se a amplitude e a importância em torno desse tema. Contudo, por falta de entendimento aliado a discussões acerca disso, pessoas portadoras dessas enfermidades não estão tendo os devidos cuidados.
      Depressão, distúrbio de ansiedade generalizado e do pânico são problemas mentais, entre outros, que fazem parte da sociedade atual. Em 2001 foi promulgada, no Brasil, a lei chamada de reforma Psiquiátrica que, basicamente, dá direitos, proteção e assistência a portadores desses transtornos. No entanto, mesmo havendo projetos como esse, por falta de uma difusa comunicação em torno do tema e por não compreenderem a gravidade da situação, as pessoas acabam por não dar auxílio e o devido respeito aos doentes.
      No Brasil há uma alta taxa de indivíduos com transtornos de ansiedade - sendo notórios, principalmente, nas grandes cidades como Rio de Janeiro e São Paulo -, ocasionada por motivações diversas. Dentre elas estão a falta de áreas recreativas que permitam um descanso e relaxamento mental, além dos elevados níveis de ruídos, em destaque nos centros urbanos, que elevam o estresse dos cidadãos. Tais fatores aprimoram nessas tendências de complicações neurológicas.
      É evidente que a temática sobre transtornos psicossociais deve ter atenção de toda a sociedade. Dessa forma, é imprescindível que as Secretarias de Saúde junto com os grupos de psiquiatras e de psicólogos promovam debates, nos mais diversos segmentos sociais, acerca do tema. Ademais, também permitam através de momentos recreativos o contato   das pessoas com os indivíduos portadores dessas doenças, a fim de que crie um respeito mútuo e um entendimento melhor sobre essa realidade.