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    Desde a Segunda Guerra Mundial, uma luta para a aceitação do "diferente" entra em vigor após o holocausto ocorrido em 1945. Nesse contexto, as pessoas que sofrem de doenças mentais são vistas com um olhar desigual perante a sociedade modernizada, como fracas ou loucas. Nos jovens, a crise de ansiedade, depressão e a bipolaridade são distúrbios que os afetam em números cada vez maiores.
       Para Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Os transtornos psíquicos, como preferem ser chamados na área psicológica, são problemas que causam diversos preconceitos entre os grupos sociais presentes. É comum ver alguém dando apelidos, normalmente mal intencionados e que ferem, ou até sentirem medo diante as que apresentam perturbações. Essas ações são as mais frequentes para os que não conhece a fundo esse tema.
       No Brasil, em 2013, um caso criou repercussão após um garoto matar sua família e se matar depois dos atos ocorridos. Para alguns investigadores e psiquiatras, o menino teria sofrido um delírio e o transtorno de personalidade influenciado pelo jogo Assassin's Creed. Nessas palavras, dar a entender-se que as crianças e jovens estão mais propensas a sofrer tais distúrbios por serem de "baixa inocência" e não diferenciarem a ficção da realidade. 
      De acordo com o sociólogo Nelson Mandela, "A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo". É necessário o debate e a conscientização nas escolas sobre essas disfunções psíquicas, contextualizando de que todos são iguais perante quaisquer circunstâncias, e também a ampliação de salas psicológicas para a ajuda dos estudantes que tenham suspeitas. O governo, junto com a OMS (Organização Mundial da Saúde), deve criar palestras para as pessoas conseguirem entender como um indivíduo age com as perturbações e viverem em conjunto na sociedade sem preconceito.