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    No limiar do século XXI, a necessidade de debater sobre as doenças mentais, é um dos principais problemas que o Brasil e o mundo foi convidado a administrar, combater e resolver. Por um lado, existem doenças que são classificadas de alto risco e dependem de uma grande investimento. Por outro, as doenças mentais são as que mais cresce, com menor grau de importância e que são as mais negligenciadas.
    Desde sua criação, o planeta passar por vários revés devido as doenças que ocorrem ao passar dos tempo. Antes de mais nada, é de suma importância conversar e debater sobre as doenças mentais, que eram até então, estigmatizadas e consideradas de pouca importância. A depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar, são alguns exemplos de problemas crescentes e tratados com pouca importância, ou até mesmo ignorados pela maioria da população. 
    A figura do psicólogo e psiquiatra são os profissionais que são menos buscados pela população, devido ao grande preconceito que é gerado ao ser falado sobre a necessidade de tratamentos e acompanhamento. A família, muitas vezes é o fator negativo no auxílio ao doente, pois, trata o mesmo com desprezo e descaso. Só para ilustrar, a depressão é uma doença com sinais clínicos característicos como sentimento de tristeza profundo e persistente, com índices de 6%-8%. Com a busca de centros especializados e com o tratamento precoce, doenças mentais poderiam ocorrer em menores proporções. 
    Observa-se, portanto, a grande necessidade de falar e de conscientizar a população sobre problemas mentais. Os conselhos de psicologia e o federal de medicina juntos podem criar campanhas para alertar e conscientizar sobre a importância de se conversar sobre doenças mentais, os familiares devem deixar de lados qualquer estigma e buscar ajuda sempre que necessários em centros de atenção psicossocial (CAPS), clinicas e a busca pela regulamentação da lei número 10.216, conhecida como Paulo Delgado.