A necessidade de debater as doenças mentais

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    De acordo com a Organização Mundial da Saúde, as doenças e transtornos mentais atingem cerca de 400 milhões de pessoas no mundo, o que ratifica a necessidade de se discutir esse importante contexto na sociedade brasileira. 
         As doenças mentais são persistentes no Brasil, e tem cada vez maior incidência. Elas podem ser de diferentes tipos e origens, como por exemplo a depressão, que é o sentimento de tristeza intensa e tem incidência de 6 a 10% da população. Outro transtorno também muito presente na coletividade é a dependência química de álcool e drogas. 
         Podemos associar as doenças e transtornos mentais às fases do luto, que segundo Kubler-Ross, vão desde a negação até a aceitação de que se tem a doença, fazendo com que o sujeito procure o tratamento adequado às suas particularidades. 
         Essas doenças tem a necessidade de acompanhamento e tratamento médico e psicológico. Dessa forma, é imprescindível a atuação do Estado em melhorias no acesso da população à essa modalidade de cuidado, que tem como base os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), e além disso a constante capacitação de profissionais para o adequado tratamento dos usuários do Sistema Único de Saúde. Outro fator importante é o apoio familiar no tratamento para que o portador de transtornos mentais consiga ser reinserido na sociedade.