A necessidade de debater as doenças mentais

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    Indivíduos e estatísticas 
     No decorrer dos anos, os portadores de doenças mentais foram tratados das mais diversas formas. Na Idade Média, foram queimados vivos, pois eram considerados bruxos, já no século XIX os hospícios tornaram –se a solução. Atualmente, o tratamento das doenças mentais tornou-se mais humanizado. Todavia, ainda existem impasses acerca da problemática. As principais causas estão relacionadas ao crescente número de doenças metais e as discussões escassas acerca do assunto. 
    É fato, que existem inúmeras doenças mentais. Entretanto, o número de atingidos tem crescido cada vez mais no decorrer dos anos. O motivo disso está relacionado, principalmente, ao estilo de vida moderno, que se adapta gradualmente a padrões e modos de como deve se viver. A principal consequência disso são doenças como depressão e distúrbio de ansiedade, que em certos casos podem evoluir, atingindo seu máximo: o suicídio.
     Ademais, há ainda pouca divulgação a respeito do assunto, o que o estigmatiza ainda mais. Durante muitos anos, houve preconceito com distúrbios do gênero. Entretanto, atualmente os debates tem crescido, porém de forma insuficiente, pois não difundem com precisão esclarecimentos a respeito dos sintomas, o reais impactos na sociedade e, o mais importante, os tratamentos disponíveis. 
     Diante dessa situação é necessário que governo em conjunto com sociedade se mobilizem em busca de soluções. O governo em parceria com os profissionais da saúde, deve veicular campanhas nas mídias sociais, com o objetivo de incentivar a busca por tratamento, além de informar acerca dos principais causadores das doenças. Ademais, pode ainda motivar os postos de saúde e as escolas a promoverem, em conjunto, encontros a fim de esclarecer as dúvidas e impulsionar a busca mais cedo por ajuda e tratamento, precavendo, assim, que mais indivíduos se tornem estatística ao atingirem seu grau máximo.