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    Embora os avanços sobre saúde mental vêm acontecendo desde a década de 80 com a reforma psiquiátrica, há um caminho árduo a ser percorrido para que o tema tenha o espaço de debate merecido. Provocar discussões nas escolas, acionar os canais midiáticos e fortalecer as políticas de saúde nessa área podem ser alternativas que otimizem o diálogo sobre transtornos mentais.
    A área da educação é preponderante para instigar a reflexão do tema nos alunos. Assim, levar para as escolas o contexto da saúde mental pode disparar mudanças sob a óptica da mesma. Uma possibilidade de conversa sobre seria criar um turno especial de discussão em que pais pudessem participar ampliando a propagação de conhecimento sobre o assunto.
    Outro recurso interessante é a utilização dos canais midiáticos para provocar o diálogo sobre psicopatologias. Os veículos de comunicação poderiam fornecer parte de suas programações para produzir e levar informações, apresentar o contexto e divulgar as possibilidades de ajuda para quem sofre de tais transtornos. Com o poder de alcance da mídia e com uma propagação ética a discussão social do tema será profícua.
    No campo da politicas de saúde, muitos esforços são necessários para "alimentar"o diálogo sobre o assunto. Mesmo que já existam leis e e programas sociais direcionados àqueles que sofrem com patologias mentais- De Volta pra Casa- os conselhos municipais e estaduais de saúde devem insistir constantemente para que recursos sejam investidos em saúde em saúde mental.
    Portanto, alternativas diversas podem dar visibilidade e sustentação para que o debate na área da saúde mental aconteçam. A junção da educação, mídia e políticas de saúde por exemplo podem ser algo considerável uma vez que as escolas oportunizando momentos de produção de informação com a parceria dos agentes da saúde especialistas no assunto e cobertura dos variados canais midiáticos, haveria consequências enriquecedoras para os debates sobre o tema.